Evangelista é agredido ao pregar em Nova York e vai para o hospital
Evangelista é Agredido ao Pregar em Parque de Nova York
O evangelista Benjamin Schettler foi agredido por um grupo de pessoas enquanto pregava em Washington Square Park, em Nova York, na última quarta-feira (20). Schettler, que estava divulgando valores bíblicos e defendendo a fé cristã, foi cercado por uma multidão que se opôs às suas mensagens. Além da agressão física, seu celular foi roubado.
Detalhes do Incidente
Segundo relatos de Schettler em suas redes sociais, ele foi insultado, empurrado e espancado. Ele mencionou ter sofrido socos no rosto e um golpe particularmente forte na cabeça. Devido a um histórico de traumatismo cranioencefálico (TCE), o evangelista foi levado ao pronto-socorro para avaliação.
“Fui atingido pelo menos quatro vezes por três pessoas diferentes”, declarou Schettler em uma postagem no X. “Levei um golpe muito forte na cabeça… Tenho visão embaçada, sensibilidade extrema à luz e dor forte nos olhos agora.”
Estado de Saúde e Investigação
A esposa de Schettler, Makenzie, informou que o médico diagnosticou uma concussão e que os sintomas podem agravar problemas de TCE preexistentes. Ela também comunicou que a polícia recuperou o celular roubado, e o vídeo do ataque contido nele poderá auxiliar na identificação dos agressores.
Reação do Evangelista
Apesar do ataque, Schettler afirmou que continuará pregando a Bíblia e defendendo suas crenças. Ele atribuiu a agressão à intolerância religiosa. “Continuarei pregando a Bíblia, seja ela protegida ou não”, afirmou. “Protejam a liberdade de expressão! Esses criminosos devem ser levados à justiça”.
Schettler também solicitou orações por sua recuperação.
Atuação de Benjamin Schettler
Benjamin Schettler é o líder do Center for Truth in Love, um ministério que oferece suporte e recursos para que cristãos defendam sua fé.
Contexto
Este incidente levanta questões sobre a liberdade de expressão e a tolerância religiosa em espaços públicos, especialmente em grandes centros urbanos como Nova York, e ressalta os riscos enfrentados por indivíduos que expressam publicamente suas crenças religiosas.