Marido ataca esposa a faca durante estudo bíblico após conversão ao cristianismo
Mulher é esfaqueada por marido após conversão ao cristianismo em Uganda

Uma mulher ugandense, Hajati Kyakuwa Kamiyati, de 45 anos, foi gravemente ferida a facadas pelo marido muçulmano após ele descobrir sua conversão ao cristianismo. O ataque ocorreu durante um estudo bíblico na cidade de Bugiri, em Uganda, no dia 11 de março.
Vítima está em estado grave
Kamiyati encontra-se hospitalizada em estado grave, recebendo tratamento em uma clínica local devido à severidade dos ferimentos.
Conversão e Descoberta
A conversão de Kamiyati ocorreu em 2025, dois meses após seu retorno de uma peregrinação islâmica a Meca. Desde então, ela passou a frequentar regularmente estudos bíblicos.
Segundo relatos, o marido, Mukiibi Rajabu, descobriu a conversão da esposa através de um conhecido, Kyempasa Abdullah, que a avistou frequentando uma igreja.
Detalhes do Ataque
Kamiyati relatou que, no dia do ataque, estava participando de um estudo bíblico na Igreja Cristo Rei quando recebeu um telefonema do marido, questionando seu paradeiro. Ela informou que estava no mercado, e ele não demonstrou reação aparente.
Entretanto, cerca de 30 minutos depois, Rajabu invadiu o local do estudo bíblico armado com um pedaço de pau e uma faca, enquanto os presentes cantavam. Ele atacou Kamiyati, causando-lhe múltiplos ferimentos, incluindo um corte no rosto, uma fratura na mão e suspeita de lesão na medula espinhal.
Testemunhas informaram que Rajabu fugiu do local após o ataque. “Ela ficou sangrando e inconsciente antes que o agressor fugisse e desaparecesse”, relatou o pastor da igreja, John Akello.
Investigação em Andamento
As autoridades locais ainda não prenderam o suspeito, que permanece foragido. As investigações sobre o caso continuam. Kamiyati permanece sob cuidados médicos enquanto se recupera dos ferimentos.
Contexto
Este incidente ressalta a delicada situação de liberdade religiosa em algumas regiões do mundo, onde a conversão entre diferentes crenças pode levar a atos de violência e perseguição, evidenciando a necessidade de atenção e proteção para indivíduos que enfrentam tais riscos.