26 de fevereiro de 2026

Alabama quer criminalizar protestos que atrapalhem cultos religiosos.

Alabama debate lei que criminaliza interrupção de cultos religiosos

Protesto em igreja no Minnesota

O estado do Alabama, nos Estados Unidos, avalia a aprovação de um projeto de lei que transforma a interrupção de cultos religiosos em crime, punível com até 10 anos de prisão.

Projeto de Lei HB 363

O Projeto de Lei 363 (HB 363), em análise na Câmara dos Representantes do Alabama, propõe classificar a interrupção de cultos como crime de Classe C. A proposta define como crime a entrada intencional em igrejas com o objetivo de perturbar o culto, participar de protestos ilegais, promover tumultos ou adotar comportamento desordeiro. A lei também prevê punição para quem assediar fiéis ou obstruir a entrada e saída de templos.

Em caso de reincidência, o projeto estabelece uma pena mínima obrigatória de cinco anos de prisão.

Reações e Justificativas

O deputado republicano Greg Barnes, autor da proposta apresentada em janeiro, defende a medida. “Ninguém tem o direito de interromper um culto religioso e infringir o direito de seus concidadãos de praticar sua religião livremente”, declarou Barnes ao portal Alabama Political Reporter. “No Alabama, não ficaremos de braços cruzados enquanto pessoas intimidam nossas mulheres e crianças em nossas igrejas. Simplesmente não toleraremos isso”, acrescentou.

Contexto: Protesto em Minnesota

A proposta surge após um protesto ocorrido na Cities Church, em St. Paul, Minnesota, onde manifestantes interromperam um culto para protestar contra a ligação de um dos pastores com o Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE). O incidente gerou debate sobre os limites da liberdade de expressão e a proteção de locais de culto.

Contexto

A discussão sobre a criminalização da interrupção de cultos religiosos no Alabama reflete um debate mais amplo sobre a liberdade religiosa, a liberdade de expressão e os limites dos protestos em espaços religiosos, podendo influenciar a legislação em outros estados americanos.

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