20 de março de 2026

Câmara aprova projeto para criar Semana da Cultura Evangélica no Brasil

Projeto de Lei para Semana da Cultura Evangélica avança na Câmara dos Deputados

Brasília – A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira (18), o Projeto de Lei 2433/2025, que propõe a instituição da Semana Nacional da Cultura Evangélica. Na quinta-feira (19), a Câmara aprovou o regime de urgência para a votação do projeto no plenário.

Detalhes da Proposta

O projeto de lei, de autoria do deputado Sargento Gonçalves (PL-RN), determina que a Semana Nacional da Cultura Evangélica seja celebrada anualmente nos dias que antecedem o segundo domingo de dezembro, data em que se comemora o Dia da Bíblia. A proposta visa incluir a referida semana no calendário oficial do país.

Durante a semana, o projeto prevê a realização de cultos, eventos culturais, palestras, campanhas educativas e atividades sociais, organizadas por igrejas e entidades ligadas à cultura evangélica.

Justificativa do Projeto

Na justificativa do projeto, o deputado Gonçalves argumenta que a medida tem como objetivo reconhecer a contribuição histórica, cultural e social das igrejas evangélicas no Brasil. Ele destaca a atuação dessas instituições em áreas como educação, assistência social e apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade.

O texto também ressalta que a cultura evangélica é parte integrante da formação da sociedade brasileira, englobando práticas religiosas, artísticas e comunitárias presentes em diversas regiões do país.

Tramitação Acelerada

A aprovação do regime de urgência, proposta pelos deputados Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Augusto Coutinho (Republicanos-PE), possibilita que o projeto seja votado diretamente no plenário da Câmara, sem a necessidade de análise por outras comissões.

Contexto

A aprovação do projeto de lei em regime de urgência demonstra o crescente reconhecimento da influência e contribuição da comunidade evangélica na sociedade brasileira, podendo ter um impacto significativo no calendário de eventos nacionais e no debate sobre a cultura religiosa no país.

Postagem anterior

Médicos evangelizam pacientes e relatam conversões religiosas no Congo

Próxima publicação

Professor cristão é liberado de ensinar sobre casamento gay em…

post-barras